O Consolador é uma Organização não Governamental (ONG) sem fins lucrativos, fundada em 1941, pelo casal Pedrosa e Elizalva. O principal pilar do O Consolador é o amor e a construção de valores humanitários. Atualmente, atende cerca de mil crianças, distribuídas em cinco municípios alagoanos, através da execução de seus projetos sociais. Porém, ao longo de sua história, já colaborou para o desenvolvimento de mais de 30 mil pessoas.
A casa foi criada com o intuito de proporcionar para meninos e meninas, além de suas famílias que vivem em situação econômica considerada baixa, um ambiente de amor e cidadania, atrelada ao esporte, educação e qualificação profissional. Nosso objetivo é a ser a segunda casa dessas crianças, já que muitas delas vivem em situação de risco e vulnerabilidade social.
As crianças e adolescentes, chamadas carinhosamente de ‘amarelinhos’ freqüentam a casa em horários alternados ao da escola. Participam de atividades lúdicas e pedagógicas, para o melhoramento do rendimento escolar. As aulas acontecem sempre na Casa Sonho dos Amarelinhos, que fica localizada na Avenida Amazonas, 425, Prado, que ainda está em fase de construção. Durante o contra turno escolar, eles participam de reforço de Português, matemática, oficina de música, leitura, informática, tudo baseado na Pedagogia Popular.
Em 1997, após o falecimento do casal fundador, uma das crianças acolhidas pelo Lar quando tinha dois anos de idade, passou a ser a cuidadora da casa. Desde então, Ana Gomes tem tentado criar uma rede de ações, através de parceiros públicos e privados que sonham com um futuro melhor e a esperança que cada vez mais, crianças e jovens sejam atendidos pela organização, tendo suas realidades modificadas de forma positiva.
A nossa sede fica localizada na Rua Profº Virgílio Guedes nº 1006, Ponta Grossa, zona sul da capital de Alagoas, Maceió, onde funciona toda a parte administrativa da ONG e algumas aulas dos cursos profissionalizantes, oferecido para a comunidade vizinha.
Visão – O princípio é amor ao próximo, as crianças e ao meio. Por ele buscamos o desenvolvimento humano correlacionando múltiplas aprendizagens, respeitando as diversidades, oportunizando o brincar e construindo afetos. A relação é de troca e dinâmica, ao mesmo tempo, que ensinamos aprendemos com eles.
“Compreender a realidade dos meninos, olhar não só para o que eles não sabem o que não tem ou apenas o que dizem, mas sim olhar para o que eles sabem, suas experiências, histórias e vivências e ver o grande potencial que trazem consigo, foi o ponta pé inicial para irmos traçando os objetivos e as estratégias que norteiam o dia a dia do Consolador. Com esse olhar, nosso menino agora é um cidadão”.
Tia Ana

